Mercado americano
Eu opero no mercado americano há seis anos. Quase tudo que mexe com o dólar no Brasil começa aqui, e é por isso que toda edição da Visto de Fora começa por esse bloco: o dólar, a bolsa daqui e de lá, e o porquê de cada movimento.
Aqui ficam juntas, da mais nova para a mais antiga. É informação e experiência, não recomendação de investimento: eu não digo o que comprar nem o que vender. Para ler a edição inteira, é só seguir o link.

O dólar abriu hoje em queda de 0,57%, a R$ 4,995, segundo o InfoMoney. Às 9h30 de Brasília marcava R$ 4,998. Às 10h, pela AwesomeAPI, já tinha encostado de novo nos R$ 5,00, com queda menor, de 0,29%. Ontem fechou em R$ 5,024, alta de 0,27%.
O motivo veio daqui. Trump disse que os Estados Unidos não vão atacar o Irã antes das eleições de novembro. O petróleo devolveu parte da alta de ontem: o Brent caía 1,38%, a US$ 102,86, e o WTI 1,01%, a US$ 90,57.
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O dólar voltou a trabalhar acima dos cinco reais. Na leitura da AwesomeAPI das 9h25 estava em R$ 5,0235, com alta de 0,03%, tendo variado entre R$ 5,0111 e R$ 5,0259 no dia. No acompanhamento do InfoMoney, às 9h07, marcava R$ 5,014, com alta de 0,08%. Ontem fechou em R$ 5,010, depois de subir 0,70%.
O Ibovespa fechou ontem aos 204.302,33 pontos, queda de 0,74%, com volume de R$ 56,80 bilhões. O futuro abriu hoje perto da estabilidade, aos 204.380 pontos. Os juros futuros subiam de leve em toda a curva, com o DI de janeiro de 2029 em 12,470%.
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O dólar trabalhava na casa dos R$ 4,99 no meio da manhã, com variação pequena para cima, entre 0,1% e 0,3% dependendo da hora da leitura. Ontem tinha fechado a R$ 4,9769, depois de cair 4,27% na segunda.
O Ibovespa futuro marcava 205.600 pontos, queda de 0,80%. Os juros futuros subiam em toda a curva. E o IGP-DI de setembro veio em 1,50%.
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Segundo dia de queda. O dólar estava em R$ 4,964 por volta das 9h, baixa de 0,72% no dia, depois de fechar ontem a R$ 4,9988 com tombo de 4,27%. Na sexta estava em R$ 5,2162.
São dois pregões e quase 25 centavos a menos por dólar, perto de 4,8% no acumulado.
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O dólar abriu em queda forte e furou os R$ 5. Ao longo da manhã trabalhou na casa dos R$ 4,97 a R$ 5,00, com baixa perto de 4,3% no dia. Na sexta tinha fechado a R$ 5,2162. A mínima até agora foi R$ 4,9727.
O Ibovespa futuro subia 8,36%, aos 209.150 pontos, depois de bater máxima histórica de 211.015. O Brent estava em US$ 102,56, alta de 0,27%.
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O dólar abriu em alta e virou. Às 9h32 estava em R$ 5,210, queda de 0,20%. O futuro de novembro, que é o mais negociado aqui, caía 0,35%, a R$ 5,242.
O que virou a mão foi o relatório de emprego americano. Os Estados Unidos abriram 29 mil vagas em setembro. O mercado esperava 90 mil. E o desemprego subiu para 4,2%.
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O dólar abriu hoje em alta, na casa dos R$ 5,19. E foi subindo. Ao meio-dia de Brasília já estava em R$ 5,22, alta de quase 0,9%. Ontem ele tinha fechado em queda de 0,76%, a R$ 5,17.
Dois motivos. No mundo todo, o dólar sobe contra as moedas de países emergentes, com a guerra no Oriente Médio ainda no radar. E no Brasil, a três dias da eleição, sai um Datafolha no começo da noite.
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O dólar abriu hoje em queda forte, na casa dos R$ 5,17. Recuo de perto de 0,85% logo na primeira meia hora. Ontem ele já tinha fechado em baixa, a R$ 5,21.
O motivo veio daqui. Saiu a inflação que o banco central americano mais acompanha, e o núcleo subiu 0,2% em agosto. O mercado esperava 0,3%. Inflação menor aqui é chance de juro menor aqui. E juro menor aqui faz o dinheiro procurar outro lugar. Como o Brasil.
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O dólar abriu hoje em queda, na casa dos R$ 5,21, recuando perto de 0,2%. Ontem ele tinha fechado a R$ 5,23, com alta de 0,8%. O maior fechamento em seis meses.
Dois motivos para a queda de hoje. O dólar perde força contra as moedas emergentes em geral. E o mercado reagiu a uma nova pesquisa eleitoral mostrando empate técnico no segundo turno.
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O dólar abriu hoje em alta, na casa dos R$ 5,20, subindo perto de 0,4%. Na sexta ele tinha fechado a R$ 5,18, em queda de 0,2%.
Três motivos: o dólar sobe contra as moedas emergentes em geral, o petróleo disparou, e o mercado reage às pesquisas da última semana antes do primeiro turno.
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O dólar abriu hoje a R$ 5,176, em queda de 0,30%, e virou. Perto do meio-dia estava em R$ 5,19, alta de 0,41%, com a máxima renovada às 11h23. Ontem ele tinha fechado a R$ 5,193, alta de 0,47%, e chegou a bater R$ 5,202 no meio do dia. O Banco Central teve que vender 1 bilhão de dólares em leilão para acalmar.
Abriu caindo e almoçou subindo. Quem olhou o dólar só às nove viu o filme errado.
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O juro do Treasury de 10 anos, que é o preço do dinheiro no mundo, subiu 13 pontos de uma vez e fechou em 5,10%. Não estava nesse nível desde julho de 2007. O de 5 anos encostou em 5% pela primeira vez desde então.
Quatro coisas empurraram junto: a atividade econômica americana veio no ritmo mais forte desde julho de 2021, o custo dos insumos subiu no ritmo mais forte em quatro anos, um dirigente do Fed falou grosso, e o leilão de títulos de 5 anos teve demanda fraca.
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O dólar abriu hoje a R$ 5,1097 e passou a manhã subindo, na casa dos R$ 5,12, alta perto de 0,5%. Ontem a bolsa fechou em alta de 0,44%, aos 187.422 pontos, e acumula 1,18% na semana. Hoje o Ibovespa futuro cai 0,4% e os juros futuros sobem em toda a curva.
No Brasil, a prévia da inflação da semana, o IPC-S, subiu 0,52%. E o mercado olha a pesquisa AtlasIntel de hoje, que mostra Lula com 47,7% e Flávio com 47,4% no segundo turno. Empate técnico, com margem de um ponto.
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O dólar abriu em alta e devolveu tudo no meio do dia. Por volta das 15h40 de Brasília estava em R$ 5,106, de lado, no mesmo lugar em que fechou ontem. A bolsa fez o caminho contrário: abriu caindo 0,7% e virou, passando dos 187 mil pontos. O dia teve ata do Copom, discurso do Lula na ONU, a Quaest nova com Flávio em 42% e Lula em 41% no segundo turno, e a Fazenda cortando a previsão de crescimento deste ano de 2,3% para 2%.
A ata explica o corte da semana passada, que levou a Selic para 13,75%, o quinto seguido. E avisa, com todas as letras, que as expectativas de inflação estão fora da meta e que isso exige "restrição monetária maior e por mais tempo". O próprio Banco Central projeta inflação de 5,2% neste ano, acima do teto de 4,5%.
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O dólar abriu hoje em queda, na casa dos R$ 5,13, recuo de 0,2% nos primeiros minutos. Quem empurrou foi o petróleo, que caiu de novo. Na sexta ele tinha fechado a R$ 5,14, e a bolsa brasileira fechou a semana com queda de 1,06%, a primeira semana no vermelho desde agosto.
O Boletim Focus de hoje: o mercado agora espera a Selic terminando o ano em 13,5%, e não mais em 13,75%. E a inflação esperada subiu, de 4,90% para 4,92%.
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O dólar abriu hoje parado, na casa dos R$ 5,13, oscilando entre leve queda e leve alta nos primeiros minutos. No mundo, ele ganhou força. No Brasil, o mercado está de olho na pesquisa eleitoral e nos leilões do Banco Central.
Sexta-feira até o dólar faz home office.
Continuar na edição →O dólar amanheceu em queda nesta quinta, na casa dos R$ 5,13, depois de fechar ontem a R$ 5,15. E o motivo veio de dois lados ao mesmo tempo.
Aqui nos Estados Unidos, o Fed subiu o juro para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, a primeira alta desde 2023, por unanimidade, e ainda sinalizou que pode subir de novo. No Brasil, o Copom fez o contrário: cortou a Selic de 14% para 13,75%. Quinto corte seguido, decisão unânime, a última reunião antes da eleição.
Continuar na edição →Fechou ontem em R$ 5,1543, alta de 0,10%. Segunda alta seguida. No ano ainda acumula queda de 6,10%. Hoje de manhã abriu em baixa.
Às 14h de Nova York o Fed subiu o juro americano em 0,25 ponto, para a faixa de 3,75% a 4%. Primeira alta desde julho de 2023, e a primeira do Kevin Warsh na cadeira. A votação foi 12 a 0, e o comunicado já sinaliza mais uma alta até o fim do ano.
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